- Escopo
- Permissões
- Servidor
- Consulta validada
Modelo ilustrativo para orientar a implantação.
Integração privada ou aplicação distribuída?
Para um projeto interno ligado a uma conta autorizada, uma integração privada pode ser adequada. Aplicações distribuídas para múltiplos clientes precisam avaliar OAuth, instalação e os recursos de integração exigidos. Confirme o modelo na documentação de autorização da HighLevel.
O exemplo deste guia é um painel de leitura para uma operação. Antes do token, escreva o que será exibido: oportunidades por etapa, responsável e data da última consulta. Mensagens, criação de registros e exclusões ficam fora desse primeiro escopo.
Uma skill descreve procedimentos para o Claude Code. Ela não concede acesso ao GHL nem torna um endpoint inexistente disponível. O projeto continua dependendo das permissões e funcionalidades documentadas.
Selecione os acessos a partir da entrega
Em Settings, procure Private Integrations na conta apropriada. Crie uma integração identificável e selecione apenas os escopos necessários. A disponibilidade do menu depende das permissões do usuário. O guia oficial de integrações privadas explica criação, manutenção e rotação do token.
Registre o ID da subconta, a finalidade da integração e o responsável por administrá-la. Para cada endpoint, confira autenticação, versão exigida, parâmetros e paginação na referência atual. Não reutilize um exemplo antigo de API como prova de que a mesma chamada ainda serve.
Um painel de leitura não precisa de permissão para apagar contatos. Se uma funcionalidade futura exigir escrita, revise o escopo naquele momento e acrescente um teste específico.
Mantenha o token no servidor
O navegador deve falar com o backend do seu projeto. Esse backend autentica o usuário, aplica as regras de acesso e consulta o GHL. Guarde o token em uma variável de ambiente ou serviço de segredos do servidor, fora do código público, dos logs e do repositório.
Não coloque tokens em variáveis de build expostas ao frontend, arquivos JSON públicos ou parâmetros da URL. Uma tela com login não protege um segredo que já foi entregue no JavaScript do navegador.
Se o projeto atende mais de um cliente, a conta consultada precisa vir de uma associação autorizada no servidor. Não basta aceitar um ID arbitrário enviado pelo navegador.
Um pedido objetivo para começar com Claude Code
Projeto: painel de oportunidades de uma conta GoHighLevel.
Primeira entrega: consulta somente de leitura.
Mostre etapas, responsáveis e horário da última sincronização.
Leia a skill do projeto e confira a documentação dos endpoints.
Liste permissões, versão, parâmetros e paginação necessários.
Use dados fictícios para a interface inicial.
Guarde o token exclusivamente no servidor.
Não altere contatos, oportunidades ou workflows.
Inclua testes de autorização, paginação e indisponibilidade.Forneça as credenciais pelo mecanismo seguro do ambiente, não incorporadas a esse texto. O pedido delimita o trabalho; a validação confirma se o código cumpriu.
Confirme os dados e os caminhos de erro
- Compare uma amostra do painel com os registros da conta autorizada.
- Use dados suficientes para exigir mais de uma página de resultados.
- Simule um token inválido e confira a mensagem sem exposição do segredo.
- Interrompa a consulta: dado desatualizado não deve virar total zero.
- Teste acesso sem autenticação e tentativa de consultar outra conta.
A demonstração do Orbit abaixo apresenta um projeto da comunidade; ela não prova que sua própria conta já está integrada. Para desenvolver o projeto completo, consulte o guia de implementação com skills.
Assista também às cinco aulas de GoHighLevel com Owen, com resumos e exercícios para praticar.
Conteúdo da Equipe Metrik, publicado em 15 de outubro de 2026. Referências oficiais estão ligadas às configurações descritas. Exemplos de processos e testes são modelos educativos; interface, permissões e disponibilidade podem variar entre contas.